PRÉMIOS W 2026
MARCA DO ANO
Aos meus companheiros de escrita, sobretudo aos mais distanciados das dinâmicas comerciais que alimentam qualquer competição; aos leitores e consumidores que viram o se escandalizaram com a notícia de um vinho barato de supermercado que ganha uma medalha de ouro num concurso francês, comercializado por um grupo editorial, convém partilhar que não existe um Campeonato Mundial de Vinhos. Ao contrário da nossa seleção masculina de futebol, apurada para a fase final do Mundial – que, antes da glória, teve que superar todas as eliminatórias para chegar à luta final com as outras equipas nacionais – qualquer produtor vê as portas de todos os grandes concursos mundiais de vinhos totalmente abertas após o pagamento da inscrição dos seus vinhos. […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #15
PRÉMIOS W 2026
PRODUTOR DO ANO (VINHOS TRANQUILOS DIÁRIOS)
Os leitores que, para além de me honrarem com a sua preferência em www.w-anibal.com, também acompanham o trabalho de selecção de vinhos que edito em formato de guia, sabem que, de todas as categorias que premiarei, esta é a mais fácil de nomear. Durante os meses de Maio e Junho, fiz um tour às regiões vinhateiras e a mais de 3000 copos codificados, com vinhos que partilhavam entre si duas características: o seu preço de prateleira estar balizado entre 2 e 20 euros e a garrafa encontrar-se em comercialização nos supermercados nacionais, pronta para entrar num carrinho de compras. Sem concorrência no mercado, o GUIA POPULAR DE VINHOS é um êxito editorial e a explicação que encontro é a focalização assumida na avaliação de vinhos que uma grande maioria dos consumidores pode beber diariamente. […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #14
PRÉMIOS W 2026
VINHO ROSÉ DO ANO (PARA CONSUMO DIÁRIO)
No Verão abrimos os vinhos rosés, de todas as regiões – incluindo da DOC Vinho Verde – cuja leveza e frescura se alinham com as novas opções de comida ligeira e descomprometida, salgada pelo delicioso mar Português. Com um pouco mais de estrutura, as novas cores veraneantes são opção correta para a companhia de frango, assado ou em saladas. Grande confusão reina entre os consumidores mas, de facto, Verde não é cor de vinho […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #13
PRÉMIOS W 2026
VINHO TINTO DO ANO (PARA CONSUMO DIÁRIO)
Após as tempestades ciclónicas que partiram milhões de árvores como paus de fósforo, o calor incendiário eleva a cor dos alertas para vermelho tinto. O calor aumenta o teor de açúcares nos bagos de uva. O leitor entende que no nosso litoral centro e norte, mais fresco e húmido, nas regiões de Lisboa, Bairrada e, sobretudo, na região dos Vinhos Verdes, as uvas amadurecem menos do que nas regiões do sul de Portugal. Talvez seja esta a razão histórica para a tradicional separação popular entre Vinho Verde (vinho da região dos Vinhos Verdes) e “Vinho Maduro” (aquele que é elaborado em todas as restantes regiões, sejam elas o Douro, o Dão, o Alentejo ou o Algarve). Fique a saber que todos os vinhos de Portugal […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #12
PRÉMIOS W 2026
VINHO BRANCO DO ANO (PARA CONSUMO DIÁRIO)
[…] Mesmo com caderno de merceeiro, é fácil perceber que Portugal importa vinho de outros países, sobretudo de Espanha, para o revender, com mais-valias. E isso é bom! Mas num ano de menor produção (e sem os receios que nos retiram o prazer de comer e viver fora de casa), a fileira nacional do vinho tem problemas de abastecimento para os vinhos que representam as regiões de produção, com o designativo de Vinho Regional com Indicação Geográfica (IG) ou de Vinho de Denominação de Origem Protegida (DO) […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #11
PRÉMIOS W 2026
DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA (DO) DO ANO
[…] os vinhos da Bairrada têm uma longevidade elegante que, desde sempre, os posicionou como de grande guarda e acerto nas mesas mais exigentes. Na região de Lisboa nasceu uma das castas brancas mais emblemáticas de Portugal – Arinto – e as suas demarcações prestigiadas, como Carcavelos, Colares ou Bucelas, ainda foram antecedidas pela presença de barricas com a designação de Lisbon nos cenários da revolução americana e nas mais exigentes praças britânicas ao serviço de Sua Majestade. Portugal é dominador mundial na área de vinha de montanha: só no Douro são mais de 20.000 hectares. Vinhos equilibrados e longevos, de grande mineralidade, chegam das regiões de Cister, transmontana, duriense e das terras do Dão e da Beira. O Sul tem o volume e a maciez tão do agrado dos consumidores. Fragrantes, sucrosos, os vinhos do Tejo, Alentejo, Península de Setúbal e Algarve bebem-se sozinhos porque mesmo assim dão muito prazer. Das ilhas vem a frescura, mas também a pequenez de vinhos típicos e desconhecidos. Falta comunicação, falta cativar o grande público. Qual a região que durante o ano guerreiro 2026 mais se diferenciou e inovou? Saberemos em Janeiro… Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #10
PRÉMIOS W 2026
INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PROTEGIDA (VINHO REGIONAL) DO ANO
O oceano Atlântico foi descoberto pelos Portugueses: as cartas de marear, o clima fresco, misterioso e húmido, as marés vivas e as correntes dos novos mundos, o gosto a sal e as suas ilhas maiores fazem parte de um alfabeto marinho criado pelos nossos antepassados. Entre os países vinhateiros (Portugal, Espanha, França e África do Sul) que produzem uvas em habitat atlântico oriental, Portugal domina a produção de vinhos de maresia com a proposta única dos Vinhos Verdes, leves, frisantes e de extrema frescura tão grata na mesa de peixe, marisco e pequenas frituras. […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #09
PRÉMIOS W 2026
TODAS AS CATEGORIAS DOS PRÉMIOS
Começo a contagem decrescente para os prémios W de 2026 que serão revelados em Janeiro do próximo ano. Celebro, com a premiação de todos os elos da fileira nacional do vinho, mais um ano de contacto com os meus W-amigos, através de www.w-anibal.com e do blog.w-anibal.com. E que ano! O formato da newsletter semanal dedicada ao vinho e a outros líquidos alimentares com história, emoção, procura e interesse social, foi muito bem acolhido pelos internautas – mais de 30.000 – a quem envio o meu sincero agradecimento. Entre muitas outras funções que exerço, a de jornalista especializado neste sector combina duas áreas fundamentais: a crítica sobre o que vai ocorrendo, sobre o que se vai produzindo e, ainda mais importante, sobre a organização, as tendências e a estratégia das instituições e dos agentes económicos; a segunda área é a proposta de vinhos que deram boas provas (cegas) e de ações ou eventos que contribuam para a elevação do nível formativo e técnico dos leitores. […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #08
