PRÉMIOS W 2026

VINHO TINTO DO ANO (PARA CONSUMO DIÁRIO)

Após as tempestades ciclónicas que partiram milhões de árvores como paus de fósforo, o calor incendiário eleva a cor dos alertas para vermelho tinto. O calor aumenta o teor de açúcares nos bagos de uva. O leitor entende que no nosso litoral centro e norte, mais fresco e húmido, nas regiões de Lisboa, Bairrada e, sobretudo, na região dos Vinhos Verdes, as uvas amadurecem menos do que nas regiões do sul de Portugal. Talvez seja esta a razão histórica para a tradicional separação popular entre Vinho Verde (vinho da região dos Vinhos Verdes) e “Vinho Maduro” (aquele que é elaborado em todas as restantes regiões, sejam elas o Douro, o Dão, o Alentejo ou o Algarve). Fique a saber que todos os vinhos de Portugal […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #12

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VINHO BRANCO DO ANO (PARA CONSUMO DIÁRIO)

[…] Mesmo com caderno de merceeiro, é fácil perceber que Portugal importa vinho de outros países, sobretudo de Espanha, para o revender, com mais-valias. E isso é bom! Mas num ano de menor produção (e sem os receios que nos retiram o prazer de comer e viver fora de casa), a fileira nacional do vinho tem problemas de abastecimento para os vinhos que representam as regiões de produção, com o designativo de Vinho Regional com Indicação Geográfica (IG) ou de Vinho de Denominação de Origem Protegida (DO) […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #11

PRÉMIOS W 2026

DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA (DO) DO ANO

[…] os vinhos da Bairrada têm uma longevidade elegante que, desde sempre, os posicionou como de grande guarda e acerto nas mesas mais exigentes. Na região de Lisboa nasceu uma das castas brancas mais emblemáticas de Portugal – Arinto – e as suas demarcações prestigiadas, como Carcavelos, Colares ou Bucelas, ainda foram antecedidas pela presença de barricas com a designação de Lisbon nos cenários da revolução americana e nas mais exigentes praças britânicas ao serviço de Sua Majestade. Portugal é dominador mundial na área de vinha de montanha: só no Douro são mais de 20.000 hectares. Vinhos equilibrados e longevos, de grande mineralidade, chegam das regiões de Cister, transmontana, duriense e das terras do Dão e da Beira. O Sul tem o volume e a maciez tão do agrado dos consumidores. Fragrantes, sucrosos, os vinhos do Tejo, Alentejo, Península de Setúbal e Algarve bebem-se sozinhos porque mesmo assim dão muito prazer. Das ilhas vem a frescura, mas também a pequenez de vinhos típicos e desconhecidos. Falta comunicação, falta cativar o grande público. Qual a região que durante o ano guerreiro 2026 mais se diferenciou e inovou? Saberemos em Janeiro… Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #10

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INDICAÇÃO GEOGRÁFICA PROTEGIDA (VINHO REGIONAL) DO ANO

O oceano Atlântico foi descoberto pelos Portugueses: as cartas de marear, o clima fresco, misterioso e húmido, as marés vivas e as correntes dos novos mundos, o gosto a sal e as suas ilhas maiores fazem parte de um alfabeto marinho criado pelos nossos antepassados. Entre os países vinhateiros (Portugal, Espanha, França e África do Sul) que produzem uvas em habitat atlântico oriental, Portugal domina a produção de vinhos de maresia com a proposta única dos Vinhos Verdes, leves, frisantes e de extrema frescura tão grata na mesa de peixe, marisco e pequenas frituras. […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #09

PRÉMIOS W 2026

TODAS AS CATEGORIAS DOS PRÉMIOS

Começo a contagem decrescente para os prémios W de 2026 que serão revelados em Janeiro do próximo ano. Celebro, com a premiação de todos os elos da fileira nacional do vinho, mais um ano de contacto com os meus W-amigos, através de www.w-anibal.com e do blog.w-anibal.com. E que ano! O formato da newsletter semanal dedicada ao vinho e a outros líquidos alimentares com história, emoção, procura e interesse social, foi muito bem acolhido pelos internautas – mais de 30.000 – a quem envio o meu sincero agradecimento. Entre muitas outras funções que exerço, a de jornalista especializado neste sector combina duas áreas fundamentais: a crítica sobre o que vai ocorrendo, sobre o que se vai produzindo e, ainda mais importante, sobre a organização, as tendências e a estratégia das instituições e dos agentes económicos; a segunda área é a proposta de vinhos que deram boas provas (cegas) e de ações ou eventos que contribuam para a elevação do nível formativo e técnico dos leitores. […] Saiba mais em: Newsletter Líquidos W 2026 #08